Texto 2- REPRESENTAÇÕES DRAMÁTICAS EM INSTITUIÇÕES ADVENTISTAS

 

TEATRO NA IGREJA E RECOMENDA€ÕES DE EGW
Pr.Carlos Alberto Magalhães

 

A Igreja Adventista em tempos modernos tem vivido um conflito lit£rgico. São muitas as ocorrˆncias de desafetos entre membros por causa de dramatiza‡ões de algum epis¢dio b¡blico. Membros e l¡deres se chocam com pareceres e interpreta‡ões baseados no Esp¡rito de Profecia que … evidˆncia superficial alegam posturas contr rias ao da pr¢pria autora.

            necess rio fazer uma pesquisa dentro do contexto de vida de Ellen White e como se comportava a escola liter ria de sua ‚poca. Sabe-se que a partir de uma radiografia honesta sobre esta escola pode-se entender que, da mesma forma que as demais escolas, esta influenciou todos os ramos daquela sociedade, inclusive com reflexos intensos na Igreja Adventista.

 

EXPRESSIONISMO

 

Esta escola teve seu in¡cio reconhecido na Alemanha por volta da 1905 seguindo a tendˆncia de pintores do final do s‚culo XIX, como C‚zanne, Gauguin, Van Gogh[i] e Matisse. importante citar que as escolas não surgiam em uma data premeditada, mas em uma transforma‡ão lenta e quase impercept¡vel e geralmente como uma rea‡ão … escola anterior. Sua consolida‡ão ‚ datada por algum acontecimento marcante influenciado pela tendˆncia.[ii]

            At‚ onde se sabe, a palavra "expressionismo" foi empregada, pela primeira vez, em 1850, pelo jornal inglˆs Tait's Edinburgh Magazine evocando, em artigo an“nimo, uma "escola expressionista" de pintura moderna. Em 1880, Charles Rowley pronunciou em Manchester uma conferˆncia sobre a pintura contemporƒnea, identificando uma corrente "expressionista" de artistas que procuravam exprimir suas paixões.[iii]

            O expressionismo tem o perfil bastante acentuado e marcante por causa de transforma‡ões da sociedade alemã do fim do s‚culo XIX. Como o pa¡s industrializava-se rapidamente dentro de estruturas sociais conservadoras, os jovens artistas reagiam pelo exagero e a deforma‡ão contra c¢digos morais anacr“nicos e repressivos. A ordem do mundo afigurava-se diab¢lica aos intelectuais e artistas mais sens¡veis.[iv]

 

 

CARACTERÍSTICAS FILÓSOFICAS

 

            Duas caracter¡sticas ideol¢gicas podem ser consideradas fundamentais no movimento expressionista: A rea‡ão contra o passado, não s¢ contra o naturalismo ou os v rios movimentos vigentes na Alemanha na ‚poca, mas reage, sem mais, contra todo o passado; ‚ o primeiro movimento cultural que deve ser compreendido, por uma rebelião contra a totalidade dos padrões, dos valores do ocidente. A arte cessa de gravitar em torno de valores absolutos. A outra caracter¡stica ‚ a heran‡a de tra‡os do romantismo. A diferen‡a ‚ que no expressionismo o confessado não ‚ de ningu‚m , o autobiogr fico não tem rosto, a arte não manifesta a subjetividade e releva-se como impessoal.

Este comportamento dos liter rios atraiu repulsa da sociedade daquela ‚poca. A tendˆncia socializante do expressionismo ia tornando-se sempre mais forte suscitando, sempre com mais for‡a, a interven‡ão da censura. Em 1933 o expressionismo passa a ser julgado "Arte degenerada" e formalmente proibido de se expressar na Alemanha.[v]

            O expressionismo alastrou-se para outras artes e partes. O teatro foi fortemente influenciado e exportado. O criador do teatro expressionista ‚ o sueco Strindberg, que depois de uma fase de naturalismo extremado caiu no extremo oposto, de teatro simb¢lico-religioso. Sua influˆncia, pouco sens¡vel na Fran‡a e na Inglaterra, foi grande na R£ssia e nos E.U.A., mas sobretudo na Alemanha.

O objetivo deste tipo de teatro ‚ propagar id‚ias. Em vez do individualismo quase anarquista, o Socialismo e o Comunismo; em vez do cepticismo, uma religiosidade livre, mas esperan‡osa; em vez do feminismo, a luta dos sexos e das gera‡ões, o homem defendendo-se das mulheres e os filhos em revolta contra os pais, atitudes apoiadas em teorias psicanal¡ticas. [vi]

Esta teoria vem sem d£vida de Freud, e isto por duas razões. Em primeiro lugar a psican lise liberta do passado . Transportando isto em termos de cultura, podemos dizer que a psican lise liberta da tradi‡ão, da hist¢ria. Em segundo lugar, a perspectiva de Freud ‚ a da subjetividade; ao contr rio do que acontece na psicologia cl ssica, a raiz dessa nova subjetividade   impessoal: o inconsciente foge … al‡ada daquilo que se considerava ser a pessoa, e a subjetividade torna-se mais an“nima.

Na esfera p£blica, a tentativa de influenciar o comportamento da pol¡tica ocorreu atrav‚s de Kurt Hiller. Ele sugeriu a forma‡ão de um Partido dos Intelectuais, com o objetivo de conquistar o Para¡so na Terra; seu programa inclu¡a a supressão da guerra; reformas econ“micas para garantir o m¡nimo vital a todo cidadão; ajuda aos desempregados e aos criadores; libera‡ão sexual com o reconhecimento da homossexualidade; racionaliza‡ão da procria‡ão; aboli‡ão da pena de morte; prote‡ão do indiv¡duo diante do crescente poderio da psiquiatria; transforma‡ão das escolas de ensino em escolas de pensar; combate contra as Igrejas e os Parlamentos; estabelecimento de uma aristocracia do esp¡rito; liberdade total de expressão[vii].

CARACTERÍSTICAS EXTERNAS

 

            O teatro expressionista tem algumas caracter¡sticas externas acentuadas. Ele dispensa a imita‡ão da fala coloquial e dos ambientes familiares no palco; fala em estilo po‚tico ou declamat¢rio e prefere cen rios fant sticos, que j  não são mero fundo da a‡ão teatral, mas participam dela como se fossem personagens mudos.

 

REFLEXO NOS EUA

            O Expressionismo fez com que o teatro revivesse nos E.U.A. Durante o s‚culo XIX s¢ houve pe‡as po‚ticas para a leitura. A nova tendˆncia veio em forma de poesia simbolista, e entre os grandes poetas simbolistas, v rios escreveram pe‡as de fundo fant stico ou lend rio, levando para o palco a poesia das sugestões sutis.Estas influencias ganharam espa‡o na sociedade do tempo de Ellen White. Ela combateu veementemente a invasão destes conceitos e comportamentos na igreja.



 

 

 

 

 

DECLARACOES DE EGW SOBRE TEATRO

            Os escritos de Ellen White foram muito taxativos e diretos em seus dias. Desde aquela ‚poca ela combatia o falso conceito de que tudo deveria ser organizado milimetricamente, sobrecarregando a obra e liturgia. A adora‡ão se tornava um fardo para os adoradores. Em uma de suas cita‡ões ele diz:

 

Maus resultados tˆm sido vistos tanto na Escola Sabatina como na sociedade mission ria, pelo fato de fazer-se muito de mecƒnico, ao passo que a experiˆncia vital ‚ perdida de vista. Em muitos dos supostos melhoramentos levados a efeito, o que se tem feito ‚ colocar o molde humano na obra. Tˆm sido aceitos na Escola Sabatina, como oficiais e professores, homens e mulheres cuja mente não estava espiritualizada, e que não tomaram vivo interesse na obra a eles confiada; mas apenas mediante o aux¡lio do Esp¡rito Santo ‚ que se pode p“r em ordem a situa‡ão. Ver¡amos diferente estado de coisas se determinado n£mero se consagrasse inteiramente a Deus, e então devotasse seus talentos … obra da Escola Sabatina, avan‡ando sempre em conhecimento, educando-se para que pudessem instruir a outros quanto aos melhores m‚todos a serem empregados na obra; mas não devem os obreiros procurar m‚todos pelos quais ofere‡am um espet culo, consumindo tempo em representa‡ões teatrais e exibi‡ões de m£sica, pois isto não beneficia a ningu‚m. Não ‚ bom ensaiar crian‡as para que fa‡am discursos em ocasiões especiais. Devem elas ser ganhas para Cristo, em lugar de despender tempo, dinheiro e esfor‡os para uma encena‡ão, que todo esfor‡o seja feito a fim de preparar os molhos para a colheita. Conselhos Sobre Escola Sabatina,154,5 (grifo acrescentado)

 

A autora aqui alega que muitas tentativas de melhoramento na Escola Sabatina não passam de recursos mundanos e as palavras espet culo, representa‡ões teatrais, exibi‡ões de m£sica, discursos em ocasiões especiais, despender tempo, lembram exatamente o comportamento liter rio teatral de sua ‚poca. A inten‡ão do texto ‚ condenar os m‚todos vigentes que entravam na igreja com o prop¢sito de tornar a Escola Sabatina atraente, mas que desvirtuava do verdadeiro objetivo evangel¡stico. Em aplica‡ão atual percebe-se que tudo que tira o prop¢sito principal da Escola Sabatina e atrai a aten‡ão para si atrav‚s de espet culos ‚ errado.

Quanto ao evangelismo e seus m‚todos o teatro expressionista tamb‚m influenciou. Os exageros tipificavam o comportamento de alguns evangelistas.

 

As grandes cidades devem ser advertidas, mas, meu irmão, nem todos os m‚todos que adotais nesta obra são corretos. Pensais que tendes liberdade de gastar todo o dinheiro que quiserdes para atrair a aten‡ão do povo. Lembrai-vos, por‚m, que na vinha do Senhor h  muitos, muitos lugares a serem evangelizados e que se precisa de cada d¢lar. Deus não Se agrada do grande dispˆndio de meios que fazeis na propaganda de vossas reuniões, bem como no aparato realizado em outras atividades de vossa obra. A exibi‡ão não est  em harmonia com os princ¡pios da Palavra de Deus. Ele ‚ desonrado pelos vossos dispendiosos preparativos. Às vezes fazeis aquilo que se me apresenta como p“r na panela peda‡os de caba‡a silvestre.

Esta exibi‡ão faz com que a verdade tenha o gosto demasiado forte de tal prato. O homem ‚ exaltado. A verdade não progride, mas fica retardada. Homens e mulheres judiciosos podem ver que as representa‡ões teatrais não estão em harmonia com a solene mensagem que tendes a apresentar. Carta 190, 1902. Evangelismo,127,8

 

            Quanto aos pregadores evangelistas Ellen os alerta para o erro que cometiam. Em seus dias o teatro expressionista se manifestava da mesma forma atrav‚s de seus atores.

Com tendˆncia para o extremo e o exagero, as pe‡as são combativas na defesa de transforma‡ões sociais. O enredo ‚ muitas vezes metaf¢rico, com tramas bem constru¡das e l¢gicas. Em cena h  atmosfera de sonho e pesadelo e os atores se movimentam como rob“s.[viii]

 

Tenho uma mensagem para os que estão com a responsabilidade de nossa obra. Não animeis os homens que devem empenhar-se neste trabalho a pensarem que devam proclamar a solene e sagrada mensagem em estilo teatral. Nem um jota nem um til de qualquer coisa teatral deve aparecer em nossa obra. A causa de Deus deve ter molde sagrado e celestial. Fazei com que tudo quanto esteja em conexão com a apresenta‡ão da mensagem para este tempo tenha o sinete divino. Não permitais que haja qualquer coisa de natureza teatral, pois isto prejudicaria a santidade da obra.

Foi-me mostrado que nos defrontaremos com todas as esp‚cies de experiˆncias e que os homens procurarão introduzir representa‡ões estranhas na obra de Deus. J  nos encontramos com tais em muitos lugares. No in¡cio de meu trabalho, foi dada a mensagem de que todas as representa‡ões teatrais, em conexão com a prega‡ão da verdade presente, fossem desaconselhadas e proibidas. Os homens que pensavam ter um admir vel trabalho a fazer procuraram adotar uma estranha atitude e manifestavam esquisitices no movimento do corpo. Eis a instru‡ão que me foi dada: "Não aproveis tal coisa." Estas atitudes, com sabor teatral, não devem ocorrer na proclama‡ão das solenes mensagens que nos foram confiadas. Manuscrito 19, 1910. Evangelismo,137,8.

 

Não devem os pastores pregar opiniões de homens, não devem contar anedotas nem encenar representa‡ões teatrais, nem exibir-se; mas, como se estivessem na presen‡a de Deus e do Senhor Jesus Cristo, tˆm de pregar a Palavra. Não introduzam na obra do minist‚rio leviandades, mas preguem a Palavra de maneira que deixe em quem os escute, a mais solene impressão. Review and Herald, 28 de setembro de 1897. Evangelismo,207.

 

Toda postura, que ‚ tão comum, como gestos teatrais, toda leviandade e frivolidade, todo gracejo e pilh‚ria, devem ser considerados pelos que levam o jugo de Cristo como não sendo "convenientes" - uma ofensa a Deus e nega‡ão de Cristo. Isto incapacita o esp¡rito para o pensar s¢lido e o s¢lido labor. Torna os homens ineficientes, superficiais e espiritualmente enfermos. ...

Manuscrito 8a, 1888. Evangelismo,644.

 

            Ellen condena taxativamente o m‚todo e t‚cnicas e não a arte.

            Em lugar de ser uma escola de moralidade e virtude, como costuma ser chamada, ‚ ele justamente o viveiro da imoralidade. Os h bitos viciosos e as tendˆncias pecaminosas são fortalecidos e confirmados por esses entretenimentos. As cantigas baixas, os gestos, expressões e atitudes indecentes corrompem a imagina‡ão e rebaixam a moral. Conselho Sobre Educa‡ão, 57

            A arte dramatizada em sua opinião ‚ boa, assim como a arte visual, a arte musical e outras. O problema est  em como se usa esta arte e os exageros. O expressionismo iniciado nas artes visuais, influenciou tamb‚m a m£sica.

O que me foi apresentado ‚ que, se o Pastor ______ desse ouvidos ao conselho de seus irmãos, e não corresse da maneira por que o faz no esfor‡o de obter grandes congrega‡ões, exerceria mais influˆncia para bem, e sua obra teria efeito mais ben‚fico. Ele deve cortar de suas reuniões tudo quanto tenha semelhan‡a com exibi‡ões teatrais; pois tais aparˆncias exteriores não dão nenhuma for‡a … mensagem que ele anuncia. Quando o Senhor puder cooperar com ele, sua obra não precisar  ser feita de modo tão dispendioso. Ele não necessitar  então fazer tantas despesas em an£ncios de suas reuniões. Não por  tanta confian‡a no programa musical. Esta parte de seu servi‡o ‚ realizada mais … maneira de um concerto teatral, do que de um servi‡o de canto em uma reunião religiosa. Carta 49, 1902. Evangelismo,501.

 

Em seus esfor‡os para alcan‡ar o povo, os mensageiros do Senhor não devem seguir as maneiras do mundo. Nas reuniões realizadas, não devem depender de cantores do mundo nem de exibi‡ões teatrais para despertar o interesse. Como se pode esperar que aqueles que não tˆm nenhum interesse na Palavra de Deus, que nunca leram Sua Palavra com sincero desejo de lhe compreender as verdades, cantem com o esp¡rito e entendimento? Como pode seu cora‡ão estar em harmonia com as palavras do canto sagrado? Como se pode o coro celeste unir a uma m£sica, que ‚ meramente uma forma? Testimonies, vol. 9, p g. 143.Evangelismo,508,9

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSAO

 

A literatura e arte devem ser desenvolvidas de maneira s¢bria e que alcancem objetivos nobres.

 

Os des¡gnios e objetivos que levam … forma‡ão de sociedades liter rias podem ser bons; mas, a menos que essas organiza‡ões sejam regidas pela sabedoria vinda de Deus, tornar-se-ão um positivo mal. Conselho aos Pais e Professores, 542.

 

 

            A dramatiza‡ão tamb‚m pode ser encontrada na B¡blia e recomendada por Deus. O profeta Ezequiel (Ez 4 e 5) recebeu do Senhor a ordem de dramatizar o que Ele pretendia fazer com o povo rebelde. Coisas como gravar o nome da cidade de Jerusal‚m em um tijolo, construir edifica‡ões ao redor dele, deitar sobre o lado esquerdo trezentas e noventa vezes e depois do lado direito 40 vezes, ficar preso em cordas por v rios dias, cozer bolo sobre esterco humano ou de vaca, cortar cabelo e barba com navalha, pesar, repartir, queimar e espalhar parte dos fios ao vento, eram feitas a vista do povo. Ez 4:12.

            O objetivo de  Deus foi deixar a sua mensagem impressa na mente do espectador como forma de sensibilizar seu duro cora‡ão, j  que as palavras não surtiam mais efeito.

A arte da dramaturgia não ‚ pecado. O pecado est  em fazer dela trampolim para espet culos e exposi‡ão do “eu” e não como m‚todo para impressionar o cora‡ão impedernido.

Não estariam alguns membros de igrejas cometendo equ¡vocos semelhantes ao do tempo de Ellen, ao inserir em nossas igrejas trajes sensuais, modismo masculinos como ¢culos de sol no cabelo, camisas e cal‡as justas, penteados exibicionistas, apresentar comportamentos e tamb‚m g¡rias em p£blico, copiados de novelas e filmes? Talvez as aten‡ões da lideran‡a e da igreja não estejam voltadas para o verdadeiro problema atual.

            Portanto conclui-se que Ellen White condena o estilo liter rio de seus dias que influenciava negativamente as posturas e ideologias dos membros e evangelistas e não a arte.

 

 



[i] Precursor direto do expressionismo, Vincent Van Gogh criou plantas que expressavam seu atormentado mundo interior. Antes de tornar-se pintor, via-se como o figueiro est‚ril da par bola b¡blica. Mais tarde, para dar forma … sua luta contra "as pequenas mis‚rias da vida", projetou-se na imagem de uma planta cujas ra¡zes agarram-se ao solo, enquanto o vento as vai arrancando. No m ximo de sua arte, quando descobriu o sol "em toda sua gl¢ria", identificava-se com um girassol, fixando velas acesas no chap‚u, para pintar … noite, desenhando girass¢is murchos quando ca¡a em depressão. www.expressionismo.pro.br.

 

[ii] A funda‡ão nesta data foi da sociedade dos artistas Die Brcke (A Ponte). Ela marcou o in¡cio de uma nova forma de arte que se diferencia do fauvisme francˆs, principalmente no que se refere … sua emo‡ão social. milvezesteatro.hpg.ig.com.br

[iii] Luiz Naz rio, A Revolta Expressionista, in As Sombras M¢veis. Belo Horizonte: Editora da UFMG/midia@rte, 1999. Citado por   expressionismo.pro.br

[iv] ibid.

 

[v] dionisius.hpg.ig.com.br/

 

[vi] milvezesteatro.hpg.ig.com.br

 

[vii] expressionismo.pro.br

 

[viii] ccerqueira.hpg.ig.com.br

 

 

 

 

 

BIBLIOGRAFIA

 

ccerqueira.hpg.ig.com.br

 

dionisius.hpg.ig.com.br

 

expressionismo.pro.br

 

milvezesteatro.hpg.ig.com.br

 

White, Ellen.   Conselhos aos Pais e Professores. CD room.

 

___________. Conselhos sobre Escola Sabatina CD room.

 

___________. Conselho sobre Educacao. CD room.

 

___________. Conselhos sobre Mordomia. CD room.

 

___________. Evangelismo. CD room.

 

___________. Fundamentos da Educa‡ão Cristã. CD room.