O Jejum em Marcos 2: 18-22.
Por:
Emílio Faye,
Francisco Luis, Henilson Santos, Pedro Paz, Sávio Lúcio.*
O texto da nossa exegese está em Mc 2:18-22[1] onde encontramos verdades relacionadas à prática do jejum, o texto está em uma parte do evangelho de Marcos (Mc 2: 1-3: 6) que contém narrativas que tratam da controvérsia de Jesus com os escribas e os fariseus.[2] E pode ser encontrado em dois outros evangelhos, Mt 9:14-17 e Lc 5:33-39.
Antes de entrarmos no texto, é importante sabermos o significado da palavra jejum e o que a prática do jejum representava nos tempos bíblicos.
A palavra jejum é originária do vocábulo hebraico “tsôm”, esse termo é freqüentemente associado a “pranto, luto e a mortificar-se” [3] e no original grego “nêsteuo” que está associado a não comer e abster-se de comida.[4]
As formas e os propósitos do jejum eram numerosos, podendo ser praticado com abstinência total ou parcial de alimentos e estando geralmente ligado a orações.[5]
Na lei mosaica conhece-se apenas um dia de jejum obrigatório para todos, e que se repetia anualmente, o dia de expiação.[6] Porém, depois da destruição do reino de Judá (587 a.C.), foram determinados outros dias no ano para a prática do jejum.[7]
Na
época neotestamentária o conceito de jejum já havia sofrido uma despersonalização
e esvaziamento, além dos líderes incluírem a depreciação física como poder
efetivo para a devoção, ou seja, o jejum passou a ser algo de cunho externo,
diferente do objetivo ideal, humilhar-se diante de Deus.[8]
Nos tempos de Cristo os judeus mais estritos jejuavam dois dias por semana.[9]
O nosso texto começa com o termo “Ora” (v. 18) que no grego é kai uma conjunção continuativa[10], isso implica dizer que a perícope anterior (vv. 13-17) merece ser analisada também para termos uma interpretação mais segura.
O seu contexto fala de um banquete que Levi Mateus havia dedicado a Jesus. Mateus trabalhava na coletoria, e havia recentemente recebido o chamado para servir ao evangelho, ou seja, ele era um ex-publicano (v. 14), por isso estava imensamente grato a seu Senhor. Jesus então não hesitou em aceitar o seu ato de gratidão.
Na festa em que Levi Mateus dedicou a Jesus havia um grande número de pessoas (v.15), muitos de reputação duvidosa, como por exemplo, seus antigos amigos publicanos.
O verso 16 mostra que os fariseus viram, o fato de Jesus estar em um banquete, uma oportunidade para acusá-Lo e causar uma divisão entre Ele e os Seus discípulos.
Jesus então da uma resposta aos Seus inquiridores (v. 17), diante disto os fariseus ficaram ainda mais decididos em acusá-Lo, foram então buscar apoio nos discípulos de João Batista.[11]
Os discípulos de João estavam na época em grande aflição, o seu líder estava no cárcere[12] (ver Mt 14:3). E por isso tinham razão para estarem jejuando.
Os fariseus estavam ao lado dos discípulos de João nas observâncias cerimoniais e nos rituais.[13]
Aqui entramos no texto principal para estudo (vv. 18-22).
De início o verso 18 apresenta aparentemente um problema sinótico.[14] Mas este problema pode ser resolvido simplesmente observando a resposta que Jesus dá a eles (ver Mc 2:19), se bem que Ele responde com uma outra pergunta.[15] Em Sua resposta, Jesus usa a figura do casamento, e o casamento era uma figura bem comum para os discípulos de João, porque quando João foi interrogado por seus discípulos a respeito do ministério de Cristo e o crescimento de Sua popularidade como sendo uma ameaça, ele havia usado também a figura do casamento,[16] e se identificado como “amigo do noivo”[17] (ver Jo 3: 29 e 30) e isso ainda era bem nítido aos seus discípulos.
Quando Jesus faz alusão ao casamento, Ele também expressa o nível de relacionamento Dele com os seus discípulos, Ele pergunta: “Podem, porventura jejuar os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles?” (v. 19). Referindo-se aos Seus discípulos Ele troca o termo “amigo do noivo” usado por João Batista, para “filhos do noivo”. Jesus intensifica o nível de relacionamento Dele com os Seus discípulos.[18] O termo grego que é interpretado como “convidado” é huioi que pode ser traduzido por “filhos” sendo huioi tou numphonos “filhos do noivo”.[19]
O casamento era uma festa de muita alegria,[20] e praticar o jejum em dias de festa de casamento seria algo ilógico. Havia regras rabinas que dispensava os judeus de todos os deveres religiosos durante os período de festa de casamento, inclusive da prática do jejum, isso para que a alegria na festa não fosse diminuída.[21]
Jesus não era contra a prática do jejum, pelo contrário Ele jejuava quando preciso.[22] A questão é que os discípulos de Jesus não tinham motivos, razão, para jejuar,[23] o Noivo estava presente, o Líder estava em plena comunhão com eles, não era esse o tempo de jejuarem, mas Cristo também afirma (v. 20), pela primeira vez em forma pública,[24] que quando o Noivo fosse “tirado”,[25] aí sim seus discípulos teriam razão para jejuarem.[26]
Quando Jesus afirmou que um dia seria tirado do convívio dos Seus discípulos, Ele assim estava se referindo à Sua morte na cruz,[27] que também fazia parte da Sua missão. Mas a aflição dos discípulos de Cristo não duraria muito tempo, uma vez que seu Senhor ressuscitaria ao terceiro dia e a tristeza deles se converteria em alegria.[28]
Os versos 21 e 22 inauguram a segunda parte da resposta de Cristo aos fariseus, atingindo o núcleo da questão levantada, o conflito entre o “novo” e o “velho”.[29] Jesus então faz uso de duas parábolas.[30]
As parábolas eram referentes a remendo novo costurado em vestes velhas[31] e vinho novo posto em odres velhos.[32]
A resposta de Jesus era oportuna,[33] pois os discípulos de João observavam muitas das formas ritualísticas prescritas pelos rabis e esperavam mesmo serem justificados por elas, eles misturavam a mensagem de seu mestre Batista com o ritualismo dos fariseus.[34]
Assim Jesus adverte também a Seus discípulos para não mesclar a velha religião da salvação pelas obras pregada pelos fariseus, com o evangelho da salvação pela graça somente que Ele pregava.[35]
Há
duas verdades importantes na experiência de Cristo, quando interrogado no
banquete da casa de Levi, que servem para nós hoje.
A primeira verdade é que, Deus considera importante o motivo que nos leva a jejuar.
Ellen G. White afirma: “O espírito do verdadeiro jejum e oração é o espírito que rende a Deus mente, coração e vontade”.[36]
Ellen diz ainda: “Jejuar e orar quando imbuídos de um espírito de justificação própria, é uma abominação aos olhos de Deus”.[37]
O jejum deve ser praticado quando necessário,[38] mas sempre deve ser motivado por um espírito de entrega e não de barganha com Deus. Ele é na verdade, uma humilhação de nossa parte, através da qual sentimos mais nossa dependência de Deus, sentimo-nos mais próximos do Pai, percebemos a incapacidade humana e recorremos mais ao divino poder.[39]
A segunda verdade é que Jesus mesmo estando em um banquete praticava em essência o verdadeiro jejum. Entendemos isso quando vemos a essência do jejum descrita em Is 58:6. O texto diz: “Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras das servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo jugo.”
E Jesus estava entre pecadores pregando as boas novas de salvação.
Ellen G. White diz: “Não em ociosas lamentações, em simples humilhação do corpo e multidão de sacrifícios, jaz o verdadeiro espírito de devoção, mas revela-se na entrega do próprio eu em voluntário serviço para Deus e o homem”.[40]
Como podemos ver, o jejum é considerado autêntico, quando praticado em espírito de entrega, assim fazendo estaremos mais receptivos para receber as bênçãos gratuitas de Deus. Não devemos fazer do jejum um ato meritório, ou seja, para alcançar os favores de Deus, isso é mesclar as boas novas do evangelho com o formalismo do judaísmo antigo.
* Estudantes de teologia, cursam o quinto período no “Seminário Adventista Latino-americano de Teologia” Cachoeira – BA. Exegese desenvolvida em cumprimento dos requisitos da disciplina Cristo e os Evangelhos, Abril 2002.
[1] As datas propostas para o surgimento desta evangelho em sua forma definitiva vão do ano 39 até um pouco antes da destruição de Jerusalém em 70 d.C. Ver Dewey M. Mulholland, Marcos Introdução e Comentário (MIC), (São Paulo: Vida Nova), 18.
[2] Robert H. Gundry, Panorama do Novo Testamento (São Paulo: Vida Nova, 1999), 86.
[3] Para identificação dos tempos verbais e palavras hebraicas ver: Alonso Schokel, Dicionário Bíblico Hebraico-Português (São Paulo: Editora Paulus, 1997), 558.
[4] Na LXX, a palavra grega representa o hebraico tsôm, “jejuar”. Juntamente com esta palavra o TM tem ‘innâh nepes´ que é “afligir-se” (lit. “afligir a sua alma”), com referência a um rito de purificação no qual o jejuar desempenhava um papel importante (Lv 16:29, 31; 23:27, 32; Nm 29:7; Is 58:3; Sl 35:13). Tanto o verbo como o substantivo podem ter o significado mais geral, “não comer”, “abster-se da comida”, “ficar sem comida” ou “passar fome”. Sobre o assunto ver Lother Coenen e Colin Brown, Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento (DITNT), (São Paulo: Editora Vida Nova, 2000), 2: 1067.
[5] Praticava-se em Israel como preparativo para uma comunhão plena com Deus (Êx 34:28; Dt 9:9; Dn 9:3). Era praticado pelo indivíduo que se sentia oprimido (2 Sm 12: 16-23; 1 Re 21: 27; Sl 35: 13; 64:10). Era praticado pela nação quando em perigos iminentes de guerra e destruição (Jz 20:26; 2 Cr 20:3; Et 4:16; Jn 3: 4-10; Jz 4: 9-13), durante uma praga de gafanhotos (Jl caps. 1 e 2), para trazer sucesso ao retorno dos exilados (Ed 8: 21-23), como rito de expiação (Ne 9: 1), e, finalmente, em conexção com o luto pelos mortos (Jr 14: 11-12). Mais informações sobre a prática do jejum, ver R. Loird, Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento (DITAT), (São Paulo: Editora Vida Nova, 1998), 1272, 1273.
[6] Ver M. L. Andreasen, O Ritual do Santuário (Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1983), 145-161.
[7] Acrescentados ao calendário nacional, no período pós-exílio, um dia de jejum nos meses quatro, quinto, sétimo e décimo (Zc 7: 3,5; 8:19), para relembrar esta catástrofe nacional. Sobre o assunto ver Alejandro Díez-Macho, Enciclopedia de la Biblia (EB), (Barcelona: Edición Garriga, AS, 1963), 1: 949.
[8] EB, 1: 952.
[9] Os judeus piedosos costumavam jejuar todas as segundas e quintas-feira (ver Lucas 18: 12). Dados indicam que havia outros que costumavam jejuar com maior frequência ainda. Sobre o assunto ver Russell Norman Champlin e João Marques Bentes, Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia, 3 ed. (São Paulo: Candeia, 1995), 3: 442. Ver também: William Barclay, El Nuevo Testamento Comentado (NTC), (Buenos Aires: Editorial La Aurora), 3: 71.
[10] Relacionado a este assunto ver H. E. Dana e Julius R. Mantey, Manual de Gramatica del Nuevo Testamento (Buenos Aires: Casa Bautista de Publicaciones, 1975), 242.
[11] Ver Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, (DTN), 18 ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1991), 254.
[12] Ibid.
[13] Ver em Achibald Thomas Robertson, Imágenes Verbales en el Nuevo Testamento (Barcelona: Talleres Gráficos) 1: 282.
[14] Pois o verso afirma que havia duas classes de inquiridores, “os discípulos de João e o dos fariseu”’ e que a pergunta foi proferida por um outro grupo desconhecido, “alguns”. Já no evangelho de Lucas no capítulo 5 verso 33 o termo usado é “Disseram-lhe eles” no texto a pergunta é a mesma só que dar a entender que foi proferida pelo grupo dos fariseus, uma vez que Jesus estava, na seqüência, sendo interrogado por eles. Já em Mt 9: 14 a declaração é clara, e indica os discípulos de João como sendo os inquiridores, o texto diz: “Vieram depois os discípulos de João”.
[15] Na sociedade judaica, havia um método de estudar bastante usado entre eles, este tinha o objetivo de convidar o aluno a resolver por si mesmo algum problema, e quando o mestre era interpelado com uma pergunta ele respondia com mais uma pergunta ao problema que lhe fora apresentado. Sobre o assunto ver Anselmo Schulz, Discípulos do Senhor (São Paulo: Edições Paulinas, 1969), 21.
[16] O Antigo Testamento freqüentemente utiliza o casamento como metáfora do relacionamento entre Deus (o noivo) e Israel (a noiva), ver Os 2: 21. Ver com detalhes em Diane Bergant e Robert J. Karris, Comentário Bíblico (São Paulo: Edições Loyola, 1999), 80. Em o Novo Testamento, a imagem do Noivo é transferida para Cristo e a Noiva para a Igreja (Mt 9: 15; Jo 3: 29; 2 Co 11: 2; Ef 5: 23, 24, 32; Ap 19: 7; 21: 2, 9; 22: 17). Ver R. N. Champlin, Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia (São Paulo: Editora candeia, 1995), 4: 181.
[17] Dentre os amigos que eram convidados havia um que ficava responsável pela organização e atuava como mestre de cerimônia, este permanecia todo o tempo ao lado do noivo, regozijando-se também. O pedido de casamento e os arranjos necessários para a cerimônia eram feitos por este representante da família do noivo (para o casamento de Isaque, Eliezer, servo de Abraão, funcionou como o agente casamenteiro). Nos dias do Novo Testamento, o “amigo do noivo” se ocupava desta função. Ver mais detalhes sobre o assunto em Henri Daniel, A vida diária nos tempos de Jesus (São Paulo: Editora Vida Nova, 1986), 86.
[18] Os convidados das duas partes eram chamados “filhos das bodas”. Ver mais detalhes em A. R. Buckland, Dicionário Bíblico Universal (DBU), 15 ed. (São Paulo: Editora Vida, 1999), 86.
[19] No grego temos duas palavras para filho, são elas: tecnón, que é aplicado para criança, filho – 1. literalmente vemos em Mt 7: 11; Mc 13: 12; Lc 1: 7; 15: 31; At 7: 5; 1 Co 7: 14; 2 Co 12: 14; Cl 3: 20; Ap 12: 4 e 5. - 2. genericamente a descendente, posteridade vemos em Mt 2:18; 27: 25; At 2: 39; 13: 33; Rm 9: 8a. huioi. – No sentido usual é filho. Ver em Mt 1: 21; Mc 6: 3; Lc 15: 11; At 13: 21; Gl 4: 30. De alguém que é aceito ou adotado como filho ver em Jo 19: 26; At 7: 21. Sobre o termo huioi ver em F. Wilbur Gingrich, Léxico do Novo Testamento Grego/Português (São Paulo: Editora Vida Nova, 2000), 104-205, 211.
[20] Ver DBU, 86.
[21] Ver NTC, 72.
[22]
Sempre que Cristo Se via diante de fortes tentações, não comia nada. Ver Ellen G. White, Testimonies for The Church (Mountain
View, CA: Pacific Press Publishing Association, 1948), 2: 202, 203.
[23] A presença de Jesus é tão importante que ela também pode dispensar os Seus discípulos da obrigação do jejum. Ver Oscar Cullman, Cristologia do Novo Testamento (CNT), (São Paulo: Editora Liber, 2001), 88. Ver também Euclides Martins Balancin, Como Ler o Evangelho de Marcos (CLEM), (São Paulo: Paulus, 1991), 49.
[24]
Mais de um ano antes, havia dito em particular a Nicodemos que seria levantado
(Jo 3: 14). Sobre isto ver
Francis D Nichol, The Seventh-Day
Adventist Bible Commentary (SDABC),
(Washington, DC: Review and Herald Publishing Association, 1985), 5: 573.
[25] Normalmente os convidados deixam o noivo após a festa, porém neste caso a festa seria interrompida, pois o Noivo seria tirado, o termo “tirado” implica uma remoção violenta, o termo grego para a palavra “tirado” é apartê que indica uma separação a força e penosa, ver SDABC, 5: 573.
[26] Quando vissem Jesus morto se afligiriam e jejuariam. DTN, 255.
[27] Ver CNT, 88. Ver NTC, 50. Ver também DTN, 255.
[28] Ver DTN, 255-256. Ellen G. White se refere à ressurreição de Jesus como o término da angústia dos discípulos, e faz uso do texto de Jo 16:19-20. Sobre o texto de Jo 16: 19-22 ver F. F. Bruce, João Introdução e Comentário (São Paulo: Editora Vida Nova, 1990), 276.
[29] Ver CLEM, 50.
[30] Estas pequeninas parábolas manifestam ainda o mesmo sentimento de novidade absoluta trazida pelo reino de Deus. Ver Lucien Cerfaux, Jesus nas Origens da Tradição (São Paulo: Edições Paulinas, 1972), 105. A conexão destas duas parábolas sem dúvida teve algo a ver com as muitas contrariedades de Jesus com as autoridades religiosas acerca das tradições. Ver também em Russel Norman Champlin, Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo ( São Paulo: Milenium, 1985), 1: 676.
[31] Uma roupa velha que já perdeu a sua elasticidade ao receber um remendo de pano novo, uma vez sendo mais flexível, se rompe deixando a rutura ainda maior. Ver SDABC, 573.
[32] O odre é um recipiente de couro, uma vez estando velho o couro endurece, fica sem elasticidade, e se rompe caso coloque dentro dele vinho sem ter passado pelo processo de fermentação. Ver SDABC, 573.
[33] A mensagem de Jesus era revolucionária, não era uma mera reforma do judaísmo. Ver R. V. G. Taske, Mateus Introdução e Comentário (São Paulo: Vida Nova, 1999), 78.
[34] Ver DTN, 254 e 256.
[35] Sobre o assunto ver William L. Pitingiel, Estudios Sencillos sobre Mateo (Barcelona: Talleres Gráficos de la M. C. G. 1986), 88.
[36] Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar (CSRA), (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1997), 189.
[37] DTN, 258.
[38] Ellen G. White dá orientações sobre o jejum e como praticá-lo, como por exemplo: para pedir auxílio Divino; na luta contra a tentação; para compreensão de textos difíceis da Bíblia; e em uso terapêutico. Ver CSRA, 186-189.
[39] Conclusões interessantes em Gilberto Batista de Oliveira, “O Jejum Morreu de Fome” Revista Adventista, abril de 1989, 44.
[40] DTN, 256.